Descubra 10 Coisas Que Sua Marca Precisa!

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Descobrimos 10 coisas que sua marca precisa, concluindo cada etapa a chance de sucesso será cada vez maior, confira agora mesmo!

1 -O provisório e o definitivo

As marcas entram em nossas vidas pelos sete buracos da nossa cabeça. Sempre me lembro da canção do Caetano Veloso. O quanto elas permanecem ou não é outra história. Em geral, a maior parte delas se hospeda por muito pouco tempo e se dissipa. Delas, fica muito pouco. Uma lembrança difusa quando muito. O grande desafio continua sendo: entrar, significar e ficar. Trata-se da luta do tudo contra o nada.

2 -Extensões de marca = Extensões de negócios

Extensões de marca só dão certo quando o novo produto da marca já está na “gôndola mental” do consumidor. O que é isso? É quando ele olha para a prateleira de um PDV, alguém indica um produto novo de marca já existente e ele diz: “Ué, mas já não tinha?” Mas quando ele olha para o novo produto da marca e franze a testa ou coça a cabeça, tenha certeza, a extensão não emplacou.

3 -Marcas sem Propósito não tem alma

Se a sua marca deixasse de existir amanhã, o que o Brasil perderia? A resposta para esta pergunta revela se ela tem ou não um Propósito. O Propósito nasce da alma da organização, ele representa o significado maior, responsável pela sua fundação. É o sonho original que inspira a criação de uma marca, a razão da sua existência e uma declaração de como ela pretende contribuir para a sociedade.

4 -Insights: a fonte do valor

Consumidores dizem o que pensam, mas fazem o que sentem! São insights sobre o que eles sentem que geram valor e alimentam o poder das marcas. Não se iludam, montanhas de informação e dados que estão à nossa disposição hoje. Só mentes inquietas, trabalhadoras e criativas transformam volume em valor. Infelizmente, na maior parte das vezes, estamos obesos de informação e anoréxico de insights.

5 -Por que marcas valem dinheiro?

dinheiroImaginem um produto vendido sem marca alguma. E agora, o mesmo produto vendido sob uma determinada marca, que tenha, pelo menos, algum reconhecimento pelo mercado. A diferença entre os fluxos de caixa gerados nos dois casos é a forma mais evidente de revelar o que chamamos de brand equity. É por isso que marcas são um ativo que tem valor econômico e que podemos calcular.

6 – Compro quem eu conheço

Quem acreditou que a vida digital tornaria as marcas menos importantes, enganou-se. Um bom exemplo disso: uma coisa é comprar online uma marca que eu já conheço e respeito, mesmo sem poder tocá-las, cheirá-la, experimentá-la. Eu sei o que vou receber. Outra coisa é o choque e a frustração de ver que não era daquilo que eu poderia esperar. Marcas que eu conheço e respeito mantêm esse laço de amor à distância.

7 -Não há brand detox

Martin Lindistrom, no seu livro Brandwashed (Edição da HSM), disse que não existe Brand Detox. Ele fez a experiência. Tentou viver sem marcas. Porém, logo percebeu que era impossível abrir mão de algumas. Porque várias são parte da identidade dele, de como ele é, de como é visto pelos outros. Marcas falam de nós para nós mesmos e para outros. Eu também sou assim. Ligado nas “minhas” marcas.

ideias

8 -Criar um nome é muito difícil

Naming é o processo de criação de um nome para a marca. O que americano chama de brand name. Talvez seja a operação mais desgastante em Branding . Repleto de subjetividades, de expectativas falsas, como a de achar que um nome garante o êxito futuro da marca. Quando ele é apenas o começo de uma conversa. E além de tudo, uma conversa que pode ser rapidamente interrompida com uma pesquisa ao INPI.

9 – Branding: como um romance

PDV apoia, mas não cria marcas. O namoro com marcas começa antes, como um romance. O PDV é o espaço da confirmação da escolha. Afinal, ninguém escolhe noiva no altar. Mesmo escolhendo antes, muitas relações não são pra sempre, como a gente bem sabe. Portanto, pense em Branding como um processo para estruturar e gerenciar relações permanentes entre marcas e pessoas. E não como soluços ocasionais.

10 -Falamos com elas?

Pelo menos 70% de decisões de compra são feitas ou orientadas por mulheres. Mas boa parte da comunidade de profissionais de comunicação e de Branding, principalmente o segmento dirigente, está em mãos masculinas. A inevitável consequência: falta de autêntica sintonia de inúmeras marcas que pretendem falar com elas. Milhões de mulheres viram as costas para muitas marcas. Ouça, sinta, observe antes de falar com elas.

Fonte: Mundo Marketing

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